Cemitério de árvores continua a crescer perto da Usina de Balbina

O estudo mostrou esses impactos concentrando-se nos igapós que ficam até 100 km depois da barragem – Divulgação

O estudo mostrou esses impactos concentrando-se nos igapós que ficam até 100 km depois da barragem – Divulgação

O Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa) divulgou, nesta sexta-feira (5), dados de um estudo que aponta o crescimento na quantidade de árvores mortas na área que foi alagada durante a construção da Usina Hidrelétrica de Balbina, no rio Uatumã.

Localizada em Presidente Figueiredo (a 107 km de Manaus), a obra é uma das mais questionadas por ambientalistas e ainda hoje mostra seus impactos. O que chama a atenção dos pesquisadores é o fato de espécies acostumadas com grandes inundações, podendo ficar até 300 dias em áreas alagadas, estão morrendo.

O estudo mostrou esses impactos concentrando-se nos igapós que ficam até 100 km depois da barragem. O pesquisador do Inpa, Jochen Shöngart, explica que houve uma mudança no habitat natural dos animais, fato que tem levado a morte.

“As espécies dessa área sempre foram acostumadas com inundações durante seis meses do ano, mas, desde que a hidrelétrica foi construída, a área ficou por muito tempo debaixo da água”, relatou.

Com raízes e tronco submersos durante 300 dias do ano, as árvores ficam impedidas de realizar a fotossíntese e, assim, gerar energia. O resultado é a morte em cadeia, como o estudo observou em pontos diferentes ao longo dos 100 km além da barragem.

“Quando a gente coletou as amostras, deu para saber que aquelas árvores distantes morreram gradativamente como as mais próximas da barragem. Isso porque todo o percurso do rio mudou, todo o comportamento natural foi alterado”, detalha Shöngart.

Em geral, a construção de represas hidrelétricas na bacia amazônica impacta direta e indiretamente o habitat, a estrutura e o funcionamento do ecossistema de florestas alagáveis perto da barragem.

O grupo Ecologia, Monitoramento e Uso Sustentável de Áreas Úmidas do Inpa (Maua/Inpa) mostra que espécies resistentes, como a eschweilera tenuifolia (Lecythidaceae), da família da castanha-do-pará, estão em risco e podem sumir gradativamente da área onde o estudo foi realizado. Além disso, pode haver consequências que mesmo os pesquisadores ainda não conseguem mensurar.

 

EM TEMPO

Funcionário de cemitério diz ter sido agredido por morto em São Carlos

iStock

O suposto defunto teria dado uma paulada na cabeça da vítima. O homem não soube explicar as circunstâncias do fato

A polícia de São Carlos (SP) está investigando um caso, no mínimo, inusitado na região. Um funcionário do cemitério local prestou queixa na delegacia após ser agredido no trabalho. No entanto, segundo o homem, a agressão não foi feita por uma pessoa viva, mas por um defunto que padece no lugar.

A vítima chegou sangrando na delegacia. Segundo o jornal São Carlos Agora, a polícia disse que o homem estava embriagado e afirmou que deram uma pancada na cabeça dele. A vítima foi colocada em uma ambulância do Samu e, no hospital, teve que levar pontos no local do ferimento.

polícia de São Carlos (SP) está investigando um caso, no mínimo, inusitado na região. Um funcionário do cemitério local prestou queixa na delegacia após ser agredido no trabalho. No entanto, segundo o homem, a agressão não foi feita por uma pessoa viva, mas por um defunto que padece no lugar.

A vítima chegou sangrando na delegacia. Segundo o jornal São Carlos Agora, a polícia disse que o homem estava embriagado e afirmou que deram uma pancada na cabeça dele. A vítima foi colocada em uma ambulância do Samu e, no hospital, teve que levar pontos no local do ferimento.

 

Metrópoles

Cadela anda até cemitério à procura de jovem morto em tiroteio no Alemão

Gustavo Silva, de 17 anos, costumava brincar com a cadela que vive na rua onde ele morava. Jovem foi atingido por um tiro na última sexta-feira.

Cadela conhecida como Rabita andou do Complexo do Alemão até o cemitério a procura de jovem atingido por bala perdida (Foto: Reprodução / TV Globo)

Durante um longo cortejo, parentes e amigos se despediram de Gustavo Silva, de 17 anos, uma das vítimas de um tiroteio no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, na última sexta-feira (21). O enterro do jovem foi no Cemitério de Inhaúma, neste fim de semana, e uma cena de filme surpreendeu todos que estavam na cerimônia: uma cadela que vive na rua onde Gustavo morava, conhecida como Rabita, foi andando do Alemão até o cemitério à procura do jovem. Rabita é criada pelos moradores e Gustavo sempre brincava com ela.

“Tentei segurar ela, mas não teve jeito. Ela veio acompanhando a gente até agora. Sempre a cachorra estava com ele. Ela está dando falta dele já. Quando a cachorra se apega ao dono, difícil esquecer mesmo”, disse um dos amigos de Gustavo.

Gustavo Silva, de 17 anos, ia para a padaria onde trabalhava por volta das 6h, e, no caminho, ficou no meio de um troca de tiros entre a polícia e criminosos. Ele trabalhava desde os 9 anos na padaria da família, que fica dentro da comunidade. No dia do crime, parentes disseram que ele estava atrasado e decidiu fazer um outro caminho.

“Um garoto super do bem. A família está toda abalada. Os irmãos estão abalados, os parentes estão abalados. É mais uma vida sendo ceifada no meio dessa guerra urbana que a gente tá vivendo”, disse Rodrigo, primo de Gustavo.

Vitimas de bala perdida no Complexo do Alemão foram enterradas neste final de semana

Horas depois, o soldado do exército Bruno de Souza, de 24 anos, morreu em seu dia de folga. Bruno foi atingido dentro de casa e chegou a ser levado para a UPA, mas não resistiu aos ferimentos na perna. Um suspeito, identificado como Marcos Paulo Silva de Oliveira, também morreu no confronto.

Policiais do Bope realizam uma operação na comunidade de Nova Brasilia desde a manhã de sexta-feira (21) para instalação de uma torre blindada que funcionará como base avançada dos policiais da UPP. O tiroteio ocorreu na localidade conhecida como Largo do Samba, no Complexo do Alemão, durante a instalação de uma cabine blindada da UPP na região.

Uma hora após o enterro de Gustavo, o soldado Bruno de Souza também foi enterrado. O militar foi morto dentro de casa, sentado no sofá da sala. O disparo veio de um confronto entre PMs e bandidos na localidade do Sabino, dentro do Alemão.

G1

Polícia investiga cemitério de facção criminosa na zona norte de Manaus

Segundo a PC, denúncias informam que pessoas ligadas ao tráfico eram torturadas e enterradas em um cemitério clandestino, próximo ao Viver Melhor 2. Investigação conta com apoio do canil e dos bombeiros.

Manaus – A Polícia Civil (PC) investiga, há cerca de quatro meses, denúncias anônimas de que um cemitério clandestino, ministrado por uma facção criminosa da cidade, estava funcionando em uma área de mata, próximo ao conjunto Viver Melhor 2, no bairro Santa Etelvina, zona norte de Manaus. A investigação conjunta está sendo realizada pela Delegacia Especializada em Roubos e Homicídios (DEHS) e pelo 26º Departamento de Polícia Integrada (DIP).

O delegado da DEHS, Juan Valério, afirmou que cerca de quatro ou cinco pessoas ligadas ao tráfico, que estão desaparecidas, podem estar enterradas no local.

“Obtemos uma informação de que as pessoas eram ligadas ao tráfico e eram, possivelmente, torturadas e enterradas nessa área de mata. Efetuamos algumas prisões sobre esse caso, mas a investigação está em andamento. Falta a confirmação se esse local é, de fato, o cemitério, por isso estamos contando com o apoio do Canil e do Corpo de Bombeiros, pois há indícios”, contou o delegado.

 

D24am

Milicianos tem cemitério particular na Zona Oeste do Rio

Imagens nas redes sociais mostra homens armados pelas ruas da região

A milícia que domina a Favela do Catiri, em Bangu, usa o aterro sanitário de Gericinó, vizinho ao complexo penitenciário homônimo, como local de descarte dos corpos de desafetos. A informação está em inquérito da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), encaminhado à Justiça em fevereiro, que resultou na decretação da prisão de seis acusados de integrar o grupo.

Testemunhas contaram em depoimento que a milícia explora o despejo de entulho no aterro e, através de uma empresa de segurança, controla a entrada e a saída de caminhões. Segundo os relatos, Marco Antônio Figueiredo Martins, o Marquinho Catiri, é o chefe da quadrilha. Porém, é pouco visto no local. Seu homem de confiança é Ademir Nunes, responsável pela exploração do aterro sanitário, pelo controle do transporte alternativo e pela ocupação irregular e venda de terrenos.

Já o sobrinho de Ademir, Wolber Nunes Torres, de 25 anos, é dono da Wolber 2007 Serviços de Zeladoria Ltda., responsável pelo trânsito de caminhões no aterro de Gericinó. Wolber também seria o responsável pelo recolhimento do dinheiro de compradores dos terrenos da quadrilha.

Os depoimentos também ajudaram a polícia a solucionar um assassinato: em 3 de março, Ademir bateu com um pedaço de madeira na cabeça de um homem num bar da região. A vítima ‘‘teria esbarrado em uma churrasqueira que estava sendo utilizada pelo agressor’’. Na ocasião, um policial do 14º BPM (Bangu), segurança de Ademir, ligou para a polícia e disse que a agressão foi ‘‘uma briga entre bêbados’’. A Delegacia de Homicídios (DH) investiga. Outra testemunha disse que Ademir ‘‘mata por qualquer motivo’’.

Serviços são monopolizados

As investigações mostraram que a milícia do Catiri explora o sinal de TV a cabo, a venda de botijões de gás por R$ 70 e cobra taxa de segurança de R$ 30 mensais de cada morador. Em fevereiro, após a Justiça decretar a prisão deles, agentes da Draco estiveram na favela e estouraram uma central de ‘‘gatonet’’.

Após a ação, o grupo de Ademir não foi visto na comunidade por duas semanas. Imagens que fazem parte da investigação e foram obtidas pelo EXTRA revelam que, em 19 de fevereiro, o grupo voltou (reproduções de vídeo acima). Num dos vídeos, é possível ver nove homens com fuzis entrando na favela. Além dos homens já citados, estão foragidos Valmir Paulo de Oliveira, terceiro na hierarquia do grupo; Luciano Rodrigues; e Alan Monteiro.

Domínio pelo medo

Recompensa

O Portal dos Procurados do Disque-Denúncia oferece recompensa de R$ 1 mil por informações que levem às prisões de cada integrante do grupo de milicianos que age no bairro do Catiri, em Bangu.

Integrantes

Entre os procurados, estão Marquinho Catiri, Ademir e Wolber.

Denúncias

Quem tiver informações a respeito dos criminosos pode passar uma mensagem para o Whatsapp ou Telegram dos Procurados (21) 96802-1650 ou ligar para o Disque-Denúncia no (21) 2253-1177 /1178.

Problema antigo

Em 2009, o EXTRA mostrou que o lixão de Bangu já era um problema. Além dos urubus, moscas e mosquitos ao lado do complexo penitenciário e da montanha de lixo, que tinha 17 andares de altura na época, era possível observar toda a movimentação dentro dos presídios.

 

EXTRA.globo

Mutirão faz limpeza em cemitérios de Belém

Dia das Mães deve levar milhares de familiares aos cemitérios da capital neste Domingo, 7.

Mutirão faz limpeza em cemitérios de Belém

Para intensificar a organização dos cemitérios da capital durante o período de maior fluxo de visitantes pelo Dia das Mães, celebrado no domingo (6), um mutirão de limpeza faz roçagem, capinação, retirada de entulho e lixo desde a última sexta-feira (28), em cemitérios de Belém.

No cemitério Santa Izabel, onde é esperado o maior movimento de visitantes, cerca 30 mil pessoas, entre sexta-feira e domingo. Aproximadamente 50 funcionários e 27 roçadeiras estão sendo empregados na limpeza do espaço. O cemitério conta cerca de 48 mil sepulcros.

“Hoje, após uma semana de mutirão, o trabalho já alcançou 60%. Até o Dia das Mães estará tudo em ordem para que os familiares possam ter acesso tranquilo às sepulturas”, explica a diretora do Departamento de Necrópoles da Seurb, que administra os cemitérios.

Para o zelador Claudio da Silva Leal, 62 anos, que trabalha há 17 anos no Santa Izabel, o momento é de preparativos intensos. Dos 31 túmulos que ele cuida, faltavam apenas oito receberem limpeza. “Nessa época, como aumenta o movimento de visitas, nós também intensificamos nosso trabalho. Aproveitamos que a prefeitura também está limpando, o que facilita nosso serviço”, afirma o zelador.

Dona Raimunda Magno, 61 anos, também redobrou os cuidados com as 60 sepulturas que zela. “Toda semana estou aqui cuidando, mas perto dos dias especiais, as famílias pedem maior cuidado. Para deixar as sepulturas livres de sujeira, faço até limpeza com cloro para ficar bem limpo”, diz zeladora.

No cemitério da Soledade a roçagem e retirada de mato já foi concluída. Já no cemitério São Jorge, localizado no bairro da Marambaia, cerca de 50 funcionários, dentre agentes da Sesan, Semma e internos que cumprem regime semiaberto pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe), atuam no mutirão de limpeza. O espaço possui quase 22 mil sepulcros e é o segundo mais visitado. Lá são esperadas em torno de 25 mil pessoas.

No cemitério do Tapanã a Sesan também, promove os cuidados com 40 agentes e 11 roçadeiras.

G1

Prefeitura reforça ações de manutenção e asseio nos cemitérios municipais

A prefeita conversou com funcionários do cemitério e ouviu deles as principais dificuldades enfrentadas para a manutenção e asseio dos cemitérios.

A prefeita conversou com funcionários do cemitério e ouviu deles as principais dificuldades enfrentadas para a manutenção e asseio dos cemitérios.

A Prefeitura de Dourados, através da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), retornou aos cemitérios municipais Santo Antônio de Pádua e Bom Jesus para um grande serviço de limpeza no local. No início do ano, uma ação semelhante ocorreu, mas após as chuvas, o mato cresceu novamente e, agora, a estratégia será outra.

Segundo o secretário de Serviços Urbanos, Joaquim Soares, além do reforço no número de pessoas da equipe, após a limpeza, será aplicado veneno para ervas daninhas, com vistas a, pelo menos, inibir o crescimento do mato entre os túmulos. “Vamos fazer o que ninguém tem coragem para fazer. Vir aqui, enfrentar os problemas de frente, limpar, trazer soluções e melhorar a condição para os frequentadores deste local”, disse a prefeita Délia, em visita aos serviços que já são desempenhados.

A prefeita conversou com funcionários do cemitério e ouviu deles as principais dificuldades enfrentadas para a manutenção e asseio dos cemitérios. São 14 hectares e, além dos cuidados com as estruturas de água, iluminação e jardinagem, tem a questão do mato que cresce entre os túmulos.

“Já pedi ao secretário que inclua mais pessoas na força tarefa de limpeza aqui para ajudar vocês e manter este local digno da memória de quem aqui foi sepultado e digno de receber a população que vem aqui para visitar o local onde entes queridos foram enterrados”, disse.

Como fruto deste novo olhar para as estruturas que Dourados tem, a caixa d’água que abastece os cemitérios, que havia sete anos tinha um vazamento, foi consertada. O secretário Joaquim, informou ainda que um levantamento em sido feito para que túmulos abandonados ou abertos sejam melhor cuidados. “Estamos preparando um edital de convocação para, também, cobrar as responsabilidades que não são da Prefeitura”, disse o secretário.

A prefeita conclamou a população e os poderes constituídos a amadurecer a ideia de estabelecer um dia de voluntariado, uma semana de conscientização ou de preservação daquele espaço, que envolva a comunidade, o Legislativo, o Executivo, entre outros, para cuidar dos cemitérios. “Temos o dia de Finados e sei de pessoas que cuidam periodicamente, mas se tiver uma ação mais efetiva, de cada um, fica mais abrangente, mais impactante”, disse a prefeita.

 

Grande FM

Faltando pouco para o Dia das Mães, cemitérios são tomados por matagal

Quem vai prestar homenagens a um ente querido, sai indignado. A Semulsp informou que os cemitérios seguem programação especial que será reforçada e intensificada até sábado

 

A menos de uma semana para o Dia das Mães, tem cemitérios, em Manaus, que em alguns pontos, a altura do mato ultrapassa a cintura das pessoas e mal é possível distinguir onde estão os corredores e túmulos. Quem vai prestar homenagens a um ente querido, sai indignado. A Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp) informou que os cemitérios da cidade seguem programação especial que será reforçada e intensificada até sábado.

No Cemitério Nossa Senhora Aparecida, no bairro Tarumã, Zona Oeste, os próprios familiares estão limpando os espaços onde entes queridos, parentes e amigos estão sepultados. “A gente se sente desrespeitado porque tem pessoas que são pagas para fazer essa limpeza. Mas todo ano é assim, limpam apenas as quadras próximas da entrada, as de longe, são esquecidas”, afirmou o cabeleireiro Wallace Macedo Ferreira, 31.

No fim de semana, ele, a esposa, a madrinha e uma prima estiveram no cemitério para visitar os túmulos de um tio, do irmão e da bisavó dele e se assustaram quando viram o tamanho do mato. “Sempre quando viemos à quadra onde eles estão sepultados está cerrada, mas nunca vimos desse jeito com mato dando na cintura. Só encontramos o túmulo do meu irmão e da vovó porque tem uma árvore que serve como localização”, contou.

Quem ganha com essa situação são os prestadores de serviços, que aproveitam a data para ganhar uma renda extra com a capinação e limpeza dos túmulos. O autônomo Sidney Sampaio da Silva, 43, já chegou a faturar R$ 1 mil só na semana que antecede o Dia das Mães. “A gente cobra R$ 10 a 20, dependendo de como esteja o mato e a procura é grande. Também tem pessoas que pagam por mês para que a gente mantenha o local sempre limpo”, contou.

Enquanto muitas quadras ainda precisam de serviços de capinação e limpeza no Cemitério Nossa Senhora Aparecida, no Cemitério Santa Helena, no bairro São Raimundo, Zona Oeste, esses trabalhos foram feitos pelas equipes da Semulsp, mas o lixo ainda não foi retirado do local. Já no Cemitério São João Batista, no bairro Adrianópolis, Zona Centro-Sul, poucas quadras foram limpas até o momento. Mas o mato não está tão alto.

A Semulsp informou que todos os cemitérios urbanos e rurais de Manaus estão passando por limpeza há mais de 50 dias, sendo que os trabalhos serão reforçados e intensificados até sábado, véspera do Dia das Mães. Uma equipe maior está no Nossa Senhora Aparecida, mas como se trata do maior cemitério local, a limpeza é mais demorada. A pasta ressaltou que não há esquecimento, pois existe equipe de limpeza fixa no cemitério, ocorre que se trata de um terreno de proporções muito grandes e leva tempo para limpá-lo.

Renda extra

As vésperas do Dia das Mães, a movimentação de vendedores ambulantes de flores ainda é pequena na frente dos cemitérios urbanos de Manaus, apenas com os vendedores fixos. A previsão é que, a partir de hoje, os novos ambulantes, que aproveitam a data para aumentar a renda familiar, comecem a delimitar espaço e organizar as mercadorias.

A vendedora Lucilene Torres Freires, 43, que fica no Cemitério Nossa Senhora Aparecida, no bairro Tarumã, Zona Oeste, revela que a expectativa é grande, tendo em vista que o Dia das Mães é a segunda melhor data para vendas do ano. “O movimento começou a melhorar. Segunda-feira, a gente começa a pegar as novas mercadorias e a partir de terça ficará melhor, esperamos”, afirmou.

 

ACRITICA

É sério: existe um ‘cemitério virtual’ só para serviços e startups

O atual mercado da tecnologia é ao mesmo tempo uma incrível terra de oportunidades e um mundo cruel. Se o seu produto não “pega” e o dinheiro não entra, restam poucas opções antes da morte certa — e o número de startups donas de apps ou serviços que deixam de existir tão rápido quanto estouram não para de crescer.

Para relembrar algumas dessas marcas, prestar homenagem e servir de lição para qualquer pessoa que inicar um negócio, existe uma página simples, porém especial. Trata-se do Startup Graveyard, que é justamente um cemitério online reunindo companhias que já não estão entre nós virtualmente.

Descanse em paz

Lá, você encontra marcas como o serviço de streaming Grooveshark (famoso e pioneiro, mas encerrado em 2015), o app de confidências Secret (que durou dois anos e juntou US$ 35 milhões em investimentos) e a 99Dresses (um eCommerce de troca de roupas que nasceu cedo demais e não conseguiu se sustentar, mas poderia dar certo hoje em dia).

Ao clicar na lápide das startups, você é direcionado para uma página que traz um breve epitáfio em inglês sobre cada marca. Lá, estão dados como o tempo de vida, o quanto ela conseguiu de investimento antes de “bater as botas”, os concorrentes da época e até as razões para o fechamento.

No caso do Grooveshark, por exemplo, pesaram os processos das gravadoras, as acusações de pirataria e o fim do suporte mobile após um acordo entre Google, Apple e Facebook. Porém, os responsáveis pelo site deixam bem claro que entendem que o mercado é algo bem mais complexo e que cada resumo não é “fonte de verdade absoluta”. Ainda assim, vale a pela prestar seus tributos.

Sentiu saudades? Você pode visitar o Startup Graveyard neste link.

 

TECMUNDO PRO

15 cemitérios assustadores que vão te causar arrepios

Há algo de místico e ao mesmo tempo assustador em cemitérios. Muitas histórias já foram contadas sobre estes lugares e todos os sustos que eles já causaram. Como, por exemplo, mortos que voltaram a vida e aparições fantasmagóricas.
Cemitérios em geral são lugares assustadores, com ou sem eventos paranormais, mas alguns conseguem causar ainda mais arrepios em que resolve visitar os entes que passaram dessa pra melhor.

1. Antigo Cemitério Judeu, Praga

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O Antigo Cemitério Judaico se localiza em Josefoy, um bairro Judeu em Praga, na República Checa. Ele estava em uso desde o início do século 15. O número de pessoas enterradas é incerto, porque existem camadas sobre camadas de túmulos. No entanto, estima-se que existam cerca de 12 mil lápides atualmente visíveis, e pode haver cerca de 100 mil enterrados em todo o cemitério. Algumas pessoas afirmam que o lugar está repleto de atividades paranormais e há testemunhas que alegam ter visto aparições que se deslocam através das lápides.

2. As Catacumbas, Paris

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As Catacumbas de Paris são um ossuário subterrâneo localizado na antiga porta da cidade, ele mantém os restos de cerca de seis milhões de pessoas. Muitos fantasmas e eventos paranormais estranhos ocorrem nas catacumbas de maneira regular. Como variações de luzes espectrais que aparecem em vídeos e dão formas a imagens fantasmagóricas, névoas estranhas e às vezes até sombra de espectros andando pelos corredores e que se deslocam entre as pilhas de ossos.

3. Cemitério Okuno-in, Japão

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Okuno é uma aldeia sagrada perto de 120 templos budistas cujo cemitério abriga uma lenda arrepiante. Kobo Daishi, o fundador do Budismo Shingon está descansando no cemitério, e segundo a lenda vai renascer junto com seus seguidores. Ele não ajudar a aliviar o clima, considerando que numerosas estátuas pequenas que se assemelham a Jizo, um monge criança de rosto doce, compõe a aparência do lugar. As pequenas estátuas, muitas vezes são vistas usando roupas infantis como babadores e bonés, que são colocadas pelos pais que estão sofrendo por seus filhos mortos.

4. Banzai Cliffs, Japão

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Banzai Cliffs é o lugar onde a tragédia histórica teve lugar durante a Segunda Guerra Mundial, quando os americanos assumiram a cidade de Saipan. Milhares de civis japoneses, incluindo mães e crianças, pularam para a morte sob o comando do imperador Hirohito, que afirmou que não há japonês deve ser capturado pelos americanos ou eles deixarão de ser reconhecido como japonês.

5. The Merry Graveyard, Romênia

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Este cemitério é estranho devido ao fato de que o criador, carpinteiro local e entalhador Stan Ioan Patras, durante a década de 1930 decidiu esculpir imagens das pessoas mortas. As esculturas mostravam como eles haviam morrido e, em seguida, um poema curto seria escrito sobre cada pessoa, a fim de criar uma obra alegre e colorida. No entanto, as memórias da Depressão, a Segunda Guerra Mundial, e o regime comunista fizeram as sepulturas e  as histórias das pessoas tristes de se ver.

6. O cemitério de gladiadores, Turquia

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O cemitério Gladiator está localizado em Éfeso na Turquia e contem as os restos mortais de cerca de 67 indivíduos, todos eles,com idade de 30 anos. Os gladiadores que lutaram aqui foram os atletas profissionais de tempos antigos romanos e que lutavam entre si, contra animais selvagens ou mesmo com criminosos condenados para a diversão das massas. Surpreendentemente nenhuma menção real da atividade paranormal foi gravada, mas quando você pensar em quem está enterrado aqui, o lugar mantém a sua bizarrice.

7. Cemitério restaurante, Índia

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Turistas que comem no New Lucky Restaurant na cidade de Ahmedabad, na Índia, ficam impressionados quando encontram os túmulos muçulmanos antigos espalhados sobre as instalações. Se você pretende visitar este restaurante, espero que você tenha um estômago forte.

8. Cemitério Chulala, México

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Embora o lugar tenha sido destinado a ser uma igreja católica na década de 1960, o padre que vem da aldeia vizinha só realiza a missa uma ou duas vezes por mês para batismos deixando esta área livre para os xamãs locais usarem e distribuírem “poções mágicas”. Sacrifícios de galinhas são muitas vezes feitos como parte de cerimônias de cura neste cemitério.

9. Ossuário de Sedlec, República Checa

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O ossuário de Sedlec é uma pequena capela católica romana situada abaixo da Igreja Cemitério de Todos os Santos em Sedlec, na República Checa. Se estima que o ossuário contenha esqueletos de 40 mil a e 70 mil pessoas, cujos ossos foram usados ​​para criar decorações e mobiliário para a capela.
Algumas pessoas alegam que este lugar é assombrado. A ironia, no entanto, é que, apesar de os ossos dos “moradores” serem usados ​​como enfeites, os fantasmas supostamente não ficam  irritados. De acordo com os moradores, as aparições são  joviais e brincalhonas e gostam de uma boa piada.

10. Cemitério La Noria, Chile

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La Noria é uma cidade mineira abandonada com uma aterrorizante história que gira em torno do trabalho forçado e  escravidão. O cemitério possui uma visão incrível de sepulturas abertas e ossos expostos. Testemunhas relataram que, quando o sol se põe, os mortos saem de seus túmulos e começam a caminhar em direção a cidade mineira abandonada.
Os moradores de Chile também relataram ter visto as crianças dentro das escolas abandonadas como se fossem da classe. O programa de TV chamado “Destination Truth” foi supostamente capaz de capturar alguma evidência quando o pesquisador principal, Josh Gates, capturou o que parecia ser uma aparição em um termovisor FLIR. A imagem parece com a assinatura de calor de uma criança que olha para o canto e depois desaparece.

11. Cemitério das Bruxas, Estados Unidos

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Este talvez seja um dos cemitérios norte-americanos menos conhecidos, mas está entre os mais antigos do estado do Tennessee. Pedras irregulares marcam o lugar de descanso do morto. Curiosamente, há pentagramas gravados nas pedras das lápides, que dizem conter poderes malignos das bruxas. Há também inúmeras reclamações sobre luzes estranhas na floresta durante a noite e pessoas alegando ter encontrado animais que foram sacrificados em rituais em razão do cemitério.

12. Cemitério da ressurreição, Estados Unidos

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Os subúrbios de Chicago são o lar de Cemitério da Ressurreição. O que torna este cemitério popular é a fantasma infame chamada Mary, uma jovem que foi batizada localmente como Mary da ressurreição, ou algo do tipo. Caminhoneiros e outros motoristas relatam dar carona a uma jovem do sexo feminino que esta geralmente vestida de maneira um pouco formal, com um vestido de festa branco. A jovem tem cabelo loiro claro e olhos azuis. Quando o motorista se aproxima do Cemitério da Ressurreição, a jovem pede para descer, e então ela desaparece no cemitério.

13. Capela dos Ossos, Portugal

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Esta capela portuguesa tem dois esqueletos completos pendurados em correntes, além de crânios e ossos humanos cimentados nas suas paredes. Se isso não é assustador o suficiente, você também pode ler uma inscrição na entrada da capela que diz: “Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos”.

14. Cemitério de Stull, Estados Unidos

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Também chamado de “Portões para o Inferno”, este túmulo é um dos Sete Portais do Inferno listados por numerosos guias e está entre lugares mais assombrados da América. Segundo a lenda, se você bater em uma rocha no monte de pedras da igreja, o diabo irá te responder.

15. Cemitério da rua Howard, Estados Unidos

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Salem é tida como a cidade mais assombrada dos EUA, graças às suas histórias de caça às bruxas. Em 1692, um morador popular, Giles Corey morreu torturado no local, porque ele se recusou a admitir a culpa ou inocência sobre bruxaria. No entanto, diz-se que, com o seu último suspiro, ele colocou uma maldição sobre a cidade. Diz a lenda que Corey apareceu dias anteriores ao grande incêndio de 1914. Hoje as pessoas ainda afirmam ver o seu fantasma caminhar entre as sepulturas.